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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Pão caseiro Facinho

Pão caseiro

Muito delicioso, um pãozinho caseiro de massa semi doce, vai bem com tudo.

Pão de massa semi doce (Fonte: arquivo pessoal, 2016)

Ingredientes:

(Para essa quantidade rende 12 unidades)

300g de farinha de trigo sem fermento.
10g de fermento biológico seco instantâneo (ou se preferir usar 30g do fermento biológico fresco - o gelado).
45g de açúcar branco (3 colheres de sopa rasas). *Usei o demerara
15g de manteiga (1 colher de sopa rasa).
100ml de água natural (aproximadamente a medida de 1 xícara tipo duralex).
1 colher de café de sal (colocar no final da receita).

*OBS: não vai ovo na receita

Preparo:
Em um recipiente misturar na farinha o fermento, o açúcar, a manteiga. Com movimentos circulares vai acrescentando a água até ficar uma bola homogênea, acrescente o sal e continue mexendo até desgrudar das mãos. Ponha para crescer coberto com um pano ou um plástico de uso culinário. Observar que a massa dobra de volume entre 30 a 40 minutos.
Depois dessa etapa divida a massa em 12 unidades e faça bolinhas (bolear em uma superfície untada com óleo e as mãos também - o óleo é melhor para modelar os pães do que a farinha de trigo porque o mesmo mantém a umidade da massa).
Depois de modelado acomode os pães numa assadeira untada com óleo e espere que ele cresça mais uma vez por cerca de 10 a 15 minutos. Pré aqueça o forno entre 180°C e 200°C.
Outra dica: para não usar gemas para deixar os pães dourados use leite e açúcar e pincele os mesmos com essa mistura. Para esta receita usei 2 colheres de sopa de leite e 1 colher de sobremesa de açúcar. (usei leite de coco industrializado e o açúcar usei o demerara).
Assar por cerca de 30 minutos ou quando perceber que a superfície e a base estão dourados. O meu assou entre 30 a 40 minutos em forno a 200°C. Vai depender do forno de cada pessoa.
Bom apetite!



segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Pudim de leite vegetal


Pudim a base de leite vegetal

O que vou precisar?

Passo-a-passo:
1. 3 ovos; 1 lata de leite condensado de soja; a mesma medida (lata) de leite de coco (usei o industrializado) e uma forma de furo central diâmetro 16cm. Neste passo você já pode liquidificar todos os ingredientes e deixar repousar enquanto faz o caramelo, esse processo de descanso submerge uma espuma que você pode retirar para conferir um pudim lisinho.
2 - 3. 1 xícara de açúcar (150g) e 1/2 de água quente - usei como medida aquelas xícaras tipo Duralex. Em uma panela baixa derreter o açúcar até ficar com cor de caramelo depois acrescentar a água fervente e mexer até desmanchar os torrões que se formam. (faço isso com uma colher de pau).
4. Caramelizar a forma - verter a calda sobre a forma.
5 - 6. Colocar a mistura do pudim na forma já caramelizada.
7. Ferver água para usar no banho-maria, aquecer o forno (180º-200ºC). Uso papel laminado para cobrir a forma até os primeiros 40 minutos de cozimento (ajudar no processo do cozimento), depois retiro e deixo assar sem o papel. Tenha água quente extra caso precise para repor a água do banho-maria.
8. Depois de 1h e 40 minutos assando espeto um palito se sair limpo o pudim está ok. Deixo esfriar em temperatura ambiente e depois levo para refrigerar por pelo menos 3 ou 4h.
9. Pudim desenformado. Armazenar na geladeira!

Não sei se já havia comentado neste espaço do Blog, mas sou Alérgica à Proteína do Leite de Vaca (APLV) - ex: caseína, alfa-lactoalbumina, beta-lactoglobulina - diferentemente dos intolerantes à lactose - que têm dificuldades do organismo digerir à lactose, açúcar do leite, devido à diminuição ou da ausência de lactase, enzima que a digere - e mesmo sendo confeiteira de produtos a base de leite de origem animal sofro muitas vezes por não poder degustar das preparações, mas fato é que acabo tendo que provar sim, fiz da confeitaria minha profissão já há uns 5 anos, mas só fui diagnosticada com a restrição ou a alergia à proteína do leite de vaca há cerca de 1 ano. Durante este tempo fui conhecendo o quanto meu organismo "suporta" por dia o consumo de alguns alimentos com leite de vaca, isto porque trabalho com bolos quase que diariamente, então tenho que fazer testes de novos produtos, degustar, provar, enfim, e se o consumo for intenso, quero dizer em grandes quantidades e frequente meu corpo responde com alguns sintomas com espirros ou congestão nasal, irritação na pele (coceiras), crises de rinite, e em alguns casos dor de cabeça. Isso vai depender do grau de exposição a que meu organismo foi submetido, o quanto que ingeri, então procuro evitar o máximo, porque as reações nem sempre são imediatas, podem os sintomas surgirem até 4 dias depois que tenha consumido algum alimento a base de leite de vaca (isso é muito louco), mas enfim, é a minha realidade atual. Como se não bastasse o leite de vaca, que é uma das matérias-primas de uma grande porcentagem de produtos que eu uso na confeitaria (manteiga, leite condensado, creme de leite, chantilly, etc) também na minha lista de alérgica entram o cacau (quase piro, pois sou chocólatra), o morango e a uva rubi, são alimentos que se eu consumir uma quantidade mínima que seja causam reações como as que eu citei anteriormente. Toda essa historinha é só para vocês entenderem que além de ser doceira/confeiteira por profissão eu também A-M-O comer doces, então volta e meia faço algumas guloseimas (sem leite de vaca) que eu possa comer. 

Hoje em dia a indústria oferece muitos produtos para as pessoas que têm intolerância à lactose, mas para minha pessoa esses produtos não funcionam, isto porque esses produtos não deixam de ter ou ser leite de vaca, ou seja, continuam com a proteína (caseína, alfa-lactoalbumina, beta-lactoglobulina), neles são só adicionados a lactase para ajudar o corpo a digerir a lactose, então conto com os leite vegetais que são muito variados (de soja, coco, castanha de caju, de amêndoas, avelã, aveia, arroz, e tantos outros) que podem ser encontrados no comércio (bem caros diga se de passagem) ou produzidos em casa.

Essa receita, por exemplo, é uma das minhas favoritas, pois adoro pudim, os ingredientes ilustrados na foto são os que uso geralmente, e gosto do resultado, por isso compartilho com vocês! Espero que gostem!

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Gastronomia Funcional

Ello Orgânico

Um novo conceito de restaurante em Natal/RN. (Fonte: arquivo pessoal)

Esta samana estive visitando o Ello Orgânico, no bairro Cidade Jardim, rua Milton Freire, 2924, um restaurante que alia a gastronomia funcional, com um cardápio todo produzido com alimentos orgânicos, com opções para quem é vegano ou possui alguma intolerância ou arlegia à proteína do leite ou ao glúten, a um mini mercado com opções de produtos isentos de glúten e de lácteos, com hortifrutis orgânicos e uma sessão de biocosméticos. 
Fonte: fanpage do Ello

Fonte: fanpage do Ello

Entradinhas Bruschetta (Fonte: arquivo pessoal)


Depois das brusquetas divinas eu me deliciei com penne com camarão ao molho de tomate orgânico, prato bonito e bem servido. O desejo é de que a refeição não termine, percebe-se o cuidado e carinho com alimento produzido, tempero correto e sabores únicos. Depois fui às compras no mini mercado que é outro ambiente dentro do restaurante e como chocólatra, mas alérgica à proteína do leite de vaca, encontrei um chocolate 75% cacau sem leite, e aproveitei para levar também um queijo vegano para experimentar e matar minha vontade de queijo (muito saboroso por sinal).

Vale a pena a visita!

terça-feira, 19 de julho de 2016

Brownie facinho

Brownie com gotas de chocolate (1/2 receita)

Uma receitinha básica e saborosa de brownie para os amantes desta guloseima.
Sou do tipo que testa receita, então sempre que vejo alguma comida que me interessa, principalmente sobremesa, gosto de testar. Hoje em dia o mais comum de se ver são receitas na internet (instagram, páginas do facebook, blogs 🙋, etc.) mas ainda existem as receitinhas que encontramos nas embalagens e rótulos dos alimentos, então, eu gosto dessas, às vezes copio, às vezes recorto (ainda tenho caderno de receitas gente, e adoro), claro que dou muito print também 😁. Mas enfim, a história dessa receita de brownie é essa, ela veio em uma embalagem de farinha de trigo, um dia testei, gostei, a turma (família, amigos) aprovou e faço até hoje, as variações são com nozes, com gotas de chocolate, com doce de leite, ou sem nada disso, ou com o que mais a sua imaginação quiser.
Receita 👇

Ingredientes:

  • 4 ovos
  • 2 colheres de (sopa) bem cheias manteiga ou margarina
  • 2 xícaras de medida de açúcar refinado ou cristal
  • 2 xícaras de medida de farinha de trigo com fermento
  • 1 xícara de medida de chocolate em pó (uso 50% cacau) não é cacau e nem achocolatado
  • 1/2 xícara de nozes picadas ou de gotas de chocolate.
  • Pode trocar a medida da xícara por um copo americano (se alguém ainda tiver)
Agora vem a facilidade:
Não use batedeira, misture com uma espátula ou colher o açúcar com a manteiga (ou margarina) até ficar homogêneo, não precisa ficar um creme fofo, nem muito menos esbranquiçado, como algumas receitas de bolos pedem. Depois acrescente os ovos e misture novamente (a receita original não pede essência, mas se quiser usar não tem problema, use umas gotinhas). Misture depois o chocolate em pó e a farinha de trigo, mexa até ficar uniforme. Fica uma massa "pesada" mesmo, não vai leite. Acrescente as nozes picadas ou as gotas de chocolate.
Unte, somente com margarina, uma forma retangular (30x40) ou quadrada (30x30). Algumas pessoas forram a forma com papel manteiga depois de untada, também dá certo, mas faço sempre só com a forma untada, sem o papel e fica um espetáculo.
Forno preaquecido.
Rendimento na forma retangular rende 35 quadradinhos.
Tempo de forno: aproximadamente de 30 a 40 minutos, mas vai depender muito do seu forno.
Quando tirar do forno? Fique atento (a) ao relógio, o segredo de um brownie de casquinha crocante em cima e macio, molhadinho por dentro é você espetar um palito de dente no centro e perceber se ele sai "sujo", é a hora de tirar, não é massa crua, caso o palito sai limpo, aí já era, seu brownie virou um simples bolo de chocolate, que também fica gostoso com um cafezinho. 
Não se preocupem, ele cresce um pouco no forno, mas depois murcha um pouquinho.

Eu dividi a receita em duas: uma com nozes e outra com gotas de chocolate. 500g de massa crua em cada forma. (Forma quadrada 17cmx17x5 - coração 20cmx4cm)

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Bolo de casamento

Bolo Pelado (Naked Cake)

Desafio do final de semana

Bolinho, ou melhor, bolão do final de semana. Bolo para casamento sempre um desafio. Este então sendo com três andares tive que montar no local da recepção.
Modelo escolhido pelos noivos do qual gostei bastante do resultado final.

Confiram no instagram em @opacupcake ou no Facebook meu trabalho e se gostarem curtam, compartilhem, agradeço!

domingo, 3 de julho de 2016

Depois de um longo recesso...



Depois de um loooongo tempo sem postar nada, desde junho de 2015, resolvi escrever algo. Durante esse tempo meu universo gastronômico ficou bastante doce, isso porque estou dedicada 100% à confeitaria, e foquei no meu trabalho com minha marca Opa Cupcake, mas neste espaço do Cajucomcamarão, vou continuar postando de tudo sobre gastronomia, isto é, quando der tempo.
Em quanto isso sigam lá no Instagram Opa Cupcake e na fan page www.facebook.com/opacupcake o que eu ando adoçando por aí.

Até breve!

sábado, 20 de junho de 2015

Bolo de milho diet e sem lactose

Da Série - Comidas típicas juninas Sem lactose, mas com sabor

Foto: Marielma Torres (arquivo pessoal, 2015)

  
Foto: (arquivo pessoal, 2015)

Sabe aquele resíduo do milho que sobrou quando foi peneirado para o preparo da canjica? (Post anterior) Ele pode entrar na composição de pães, biscoitos e bolos. Neste caso escolhi elaborar uma receita de bolo diet, sem lactose e sem proteína do leite. Ficou muito saboroso e o que é melhor, leve e saudável, já que usei adoçante e farinha de trigo integral! Segue a receita abaixo:

250g do resíduo do milho (de10 espigas usadas na produção da canjica)
1 xícara* de farinha de arroz
1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de adoçante em pó de uso culinário (usei Tal e Qual)
200ml de leite de coco in natura
1/2 xícara de óleo de girassol
3 ovos
2 colheres de sopa de coco ralado (in natura ou industrializado sem açúcar)
1 colher de sopa de fermento químico em pó

*a xícara usada foi aquela tipo Duralex, que tem a capacidade para líquidos e sólidos diferente daquelas xícaras medidoras padrão. Pode usar qualquer uma, o importante é usar a mesma do início ao fim da receita.

Preparo:

Liquidificar o resíduo do milho com o leite de coco, o óleo, o adoçante e os ovos;
Adicionar, ainda no liquidificador, as farinhas, liquidificar mais um pouco, depois acrescentar o coco e o fermento e misturar.
Dispor em forma retangular (21cm x 32cm) untada com óleo e polvilhada com farinha de sua preferência (arroz, integral, refinada, etc);
Assar em forno preaquecido (entre 180º a 200º) por 40 minutos ou até que colocando o famoso palito ou a ponta de uma faca no bolo e os mesmos saiam limpos. (Cada cozinheiro conhece seu forno então o tempo médio é esse, mas pode variar de forno para forno).

Resultado: ficou fofinho e saboroso. Foi a primeira vez que fiz e gostei do resultado. Quem quiser fazer sem adoçante é só trocar pelo açúcar branco refinado ou o demerara (que é mais saudável)

Rendimento: 1 bolo de aproximadamente 800g (o meu deu 814g) ou 15 quadradinhos
Validade: 2 dias

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Canjica Sem lactose

Junho chegou e junto com ele as guloseimas produzidas com milho. Adoro!

Foto: Marielma Torres (arquivo pessoal, 2015).

Foto: Marielma Torres (arquivo pessoal, 2015).

Delícia, delícia, delícia... e delícia! É como posso definir essa canjiquinha! Desde que fui diagnosticada como intolerante à lactose e ainda por cima como alérgica à proteína do leite de origem animal, que vivo procurando alternativas doces (principalmente) para saciar minhas vontades! Essa receita é bem prática e saborosa, e o açúcar pode ser substituído por adoçante (usar o de sua preferência) para quem tem restrições e o leite de coco se for usar o industrializado pode ser o light para quem quer reduzir calorias. (A porção da canjica na foto é de 50g)

Ingredientes:
10 espigas de milho
2 xícaras de açúcar demerara (pulverizado)*
1200ml de leite de coco in natura
Canela em pó a gosto

*Tornar em pó; quebrar em fragmentos muito pequenos. Fazer este processo no liquidificador. Ele dissolve melhor nas preparações e fica mais branquinho não alterando tanto a cor do produto final.


Preparo:

Primeiro de tudo faça o leite de coco
  • 2 cocos secos
  • 1 litro de água quente

Extrair a polpa do coco (sem aquela casquinha escura);
Ferver 1L de água;
Liquidificar a água mais a polpa do coco e passar o leite por peneira. Reservar.

Canjica

Debulhar as espigas de milho;
Processar ou liquidificar os grãos de milho com o leite, peneirar.
Levar a mistura de milho (milho + leite de coco) ao fogo com açúcar e mexer até engrossar e ferver (faz bolhas grandes que logo em seguida estouram). Se antes desse processo da fervura a canjica começar a empelotar (formar grumos) mexa com um fouet (um batedor de arame) e a canjica ficará lisinha.
Depois de pronta porcione em pratos ou copinhos e polvilhe canela a gosto.

Rendimento: 2500g

OBSERVAÇÕES:

- Pode ser usado o açúcar branco refinado na mesma proporção;
- O adoçante deve ser usado seguindo as recomendações do fabricante quanto  a proporção dele em relação ao açúcar;
- Deve-se usar sempre adoçantes em pó de uso culinário, tipo forno e fogão.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Dia das Mães...

Dia das Mães é sempre um data que envolve muito amor, fraternidade, família, troca de olhares, beijos, abraços, gratidão e todos os sentimentos bons que podemos imaginar.
Sempre queremos encontrar uma maneira de agradar e surpreender a quem amamos e neste dia das mães então foi assim, muitas famílias quiseram adoçar este dia com as delícias da Opa Cupcake!
E estas foram as minhas sugestões de mimos para o Dia das Mães!

Bolo da Vovó repaginado
Coração Bombom

Brownie com nozes
E claro Cup Cakes



terça-feira, 21 de abril de 2015

Minha primeira Páscoa

Gente atualizando sobre como foi minha Páscoa, quero contar uma história rapidinho sobre essa minha aventura. Já tem algum tempo que me formei em Gastronomia (Julho de 2011), mas só escolhi trabalhar com confeitaria quase um ano depois. Quando conclui o curso, exatamente 09 meses depois, fui admitida em um Hospital para o cargo de Pasteleira, no qual permaneci por 2 anos e 3 meses, lá era responsável por produzir os lanches para os pacientes, fazia tanto preparações salgadas como doces, mas sempre tive uma queda maior pelo doces, pela Confeitaria. Foi então que resolvi sair e começar a trabalhar por conta própria, fazer minha marca de doces (mas especificamente de cup cakes). Em 04 de outubro de 2014 nascia oficialmente a Opa Cupcake. Como já trabalhava com encomendas de cup cakes (fazia isso paralelo à função que exercia no hospital) comecei também a produzir brownies e bolos/ tortas/ naked cake, enfim, mas nada de chocolates (bombons, trufas, pirulitos de chocolate, essas coisas). Sempre achei muito trabalhoso lidar com chocolates por causa da temperagem, do resfriamento correto que devemos fazer no chocolate nobre, dito puro, para que ele suporte permanecer em temperatura ambiente depois de manipulado, por ser mais delicado e derreter mais facilmente, mas enfim, este ano foi o desafio, mercado competitivo, clientes, solicitando, eu mesma me cobrando novos horizontes, inovações, e foi então que tomei coragem e resolvi fazer a primeira Páscoa da Opa Cupcake. E dentro desta temática surgiu o assunto para este post, que intitulei de Minha primeira Páscoa. Quero registrar aqui que foi difícil, principalmente porque trabalho sozinha, mas foi um desafio encantador, e foi um sucesso! Fiquei muito feliz com o resultado e já estou programando a próxima Páscoa. Para vocês deixo aqui o registro das minhas produções de Páscoa, e a lição de que "você só sabe que é capaz de algo quando se sente obrigado a tentar", não fui obrigada, fui condicionado e desafiada por eu mesma através deste doce e encantador universo no qual escolhi trabalhar: a Confeitaria.
Mini meio ovo para comer de colher.


Meio ovo cacau com recheio de bolo.

O queridinho da primeira Páscoa da Opa Cupcake.

  Dois recheios (doce de leite e ganache) e bolo de chocolate.





@opacupcake
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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Sabores da Copa

Indicação de livro:

Sabores da Copa, da autora consagrada Roberta Saldanha, que já possui muitas publicações com a temática gastronômica, traz pratos típicos das cidades sedes da Copa. Para cada cidade a autora reuniu de 2 a 3 preparações e suas curiosidades, e o livro ainda traz um pequeno glossário (uma espécie de manual de sobrevivência culinária para o turista). Quanto a escolha dos pratos Roberta falou à Revista Aeroporto que se deu através da seleção de "receitas simples, descomplicadas e com ingredientes facilmente encontrados em feiras livres e mercados." (Revista Estação Aeroporto, Maio/14). 

Bem se vê que o livro na verdade é uma obra mais voltada para o público de língua inglesa. Tomei conhecimento do livro visitando algumas livrarias, quando ao me encaminhar à estante dos livros de Gastronomia (claro! rs) me deparei com Sabores da Copa, fiquei curiosa e fui logo bisbilhotar, visto que o livro estava em lugar de destaque e sem lacre de proteção. Pensei logo em comprar, só para ter uma espécie de relíquia do ano da Copa no Brasil, mas ao folheá-lo fiquei um pouco decepcionada com a obra, acredito que as cidades sedes têm muito a mostrar, gastronomicamente falando, e têm outros pratos considerados mais típicos, mas, o argumento da autora em escolher preparações fáceis e descomplicadas para não confundir os turistas não colou muito, não me convenceu. Por exemplo, no caso de Natal, as comidas típicas que autora escolheu foram o Bolo de macaxeira e a Paçoca de carne-seca, acho que poderia ter dado ênfase ao litoral, região mais visitada pelos turistas, onde eles degustam com mais frequência peixes e frutos do mar, como o peixe ginga servido tradicionalmente com a tapioca, a macaxeira ou aipim frita (em outra versão) também acompanhada por peixes fritos ou carne de sol, enfim, também achei o preço um pouco "salgado" R$ 90. Porém, a obra não deixa de ser uma oportunidade de registrar e carimbar para o mundo os sabores (um pouco) que cada cidade do Brasil traz consigo. 

1ª Edição, 2014.



Em edição bilíngue, a obra apresenta a possibilidade fácil para o falante do idioma inglês de preparar preciosidades nacionais como o bolo Souza Leão, representando o Recife, cuja receita esteve fechada a sete chaves pelas famílias pernambucanas. (Revista Prazeres da Mesa, Junho/14)

sexta-feira, 4 de abril de 2014

HIGIENIZAÇÃO CORRETA DOS UTENSÍLIOS DE COZINHA PREVINE CONTAMINAÇÕES

HIGIENIZAÇÃO CORRETA DOS UTENSÍLIOS DE COZINHA PREVINE CONTAMINAÇÕES
 
 
A higiene é sempre importante, principalmente dentro da cozinha. Tábuas, potes e buchas podem acumular restos de comida que favorecem a proliferação de bactérias, como explicaram o infectologista Caio Rosenthal e o microbiologista Eneo Alves da Silva no Bem Estar desta segunda-feira (21).
Por exemplo, se uma pessoa colocar uma carne assada sobre uma tábua contaminada, ela pode ter intoxicação ou infecção alimentar. Em alguns casos, os anticorpos podem proteger o organismo dessas toxinas, mas nem sempre é bom contar com a sorte. Crianças e idosos têm menos anticorpos e são mais suscetíveis a esses problemas, por isso é bom reduzir o risco dentro de casa.
Para limpar alimentos e utensílios, os médicos recomendam usar uma colher de água sanitária ou hipoclorito de sódio para cada litro de água. Mas além da limpeza, é importante também observar o estado de conservação dos objetos.
No caso das tábuas, as fissuras são sinais de alerta porque são ambientes propícios para o acúmulo de restos de comida, que servem de alimento para as bactérias. Nesses casos, a higiene é ainda mais importante, mas o ideal mesmo é que a pessoa compre uma tábua nova.
As esponjas podem também ser contaminadas dessa maneira porque podem acumular restos de comida e gordura.
Segundo os especialistas, é comum encontrar coliformes fecais nas esponjas - por exemplo, se a pessoa lava a alface com a raiz, a terra desse alimento pode se concentrar na pia e, ao passar a esponja, as bactérias se acumulam. A limpeza deve ser feita com água fervente e jamais no microondas porque a esponja pode pegar fogo dentro do aparelho.
 
 
 

 

sábado, 29 de março de 2014

Doce de leite caseiro


Há muitos produtos industrializados que quando são produzidos artesanalmente, em casa, por exemplo, não ficam parecidos com os que encontramos em supermercados e lojas afins, exatamente por não levarem em sua composição conservantes, corantes e espessantes industriais, que agregados ao produto intensificam o sabor, o brilho, a consistência e aumentam a vida de prateleira do alimento, ou seja, a validade. Mas, há uma sobremesa, muito apreciada, que pode ser feita em casa e assimilar-se ao industrializado sem fazer feio. É o doce de leite! Faço com frequência esta sobremesa para funcionários e pacientes do hospital em que trabalho. Gosto muito e por curiosidade resolvi pesquisar sua origem e encontrei a mesma história em todas as fontes que verifiquei. Essa versão extraí do site http://www.souvenir.ind.br/historia_doce_de_leite. 

"A origem do doce de leite é incerta, mas está ligada à rápida expansão na produção de sacarose de cana-de-açúcar nas ilhas ibéricas atlânticas, no século XV, e no Brasil, América Central e Antilhas a partir do século XVI e à possibilidade de seu uso para preservação do leite. Como primeiro edulcorante de produção em grande escala, o açúcar da cana passa a ser usado na conservação de vários produtos orgânicos, inclusive o leite de vaca ou de cabra, dando origem a produtos similares ao doce de leite atual, pastoso ou sólido, em toda a América Latina e em determinadas localidades ibéricas.
Na Argentina existe um relato popular e lendário que data a sua invenção em 1829. Nessa época estava prestes a assinar um tratado de paz entre o governador Juan Manuel de Rosas e o seu inimigo político Juan Lavalle numa fazenda do governador na localidade de Cañuelas, na periferia de Buenos Aires. O Sr. Lavalle foi o primeiro a chegar e, cansado, deitou-se na cama de Manuel Rosas, e acabou dormido. A criada de Rosas, enquanto fervia o leite com açúcar (preparação conhecida nessa época como 'lechada') para acompanhar o chá da tarde, encontrou-se com Lavalle dormindo na cama do patrão. Ela considerou uma insolência e foi avisar os guardas. Pouco tempo mais tarde chegou Rosas, e não ficou chateado com Lavalle, então pediu à criada o chá com leite. Esta lembrou nesse momento que tinha abandonado o leite com açúcar ao fogo, deixando esquentar durante muito tempo. Ao regresar, a criada encontrou uma sustância espessa e amarronzada. Seu sabor agradou Rosas e contam que compartilhou o doce com Lavalle enquanto discutiam os pontos do tratado, dando assim origem acidental ao doce de leite."


Um parêntese, ganhei uns potinhos de doce de leite oriundos da Argentina (lá da terrinha que possivelmente se originou o doce) das marcas Patagonian 40g e Cara Negra 45g. Uma delícia, cada um com sua particularidade no sabor. Às vezes compro pronto e também gosto de fazer cozinhando a lata de leite condensado. Mas, quando não, faço o caseiro e dá super certo!




Minha receita de doce de leite

3 litros de leite
1 kg de açúcar

Levar os ingredientes em panela grande ao fogo e deixar cozinhar até reduzir de volume e ficar caramelo e espesso. Mexer de vez em quando. Não deixar no fogo até endurecer porque a consistência cremosa só é adquirida depois de esfriar.
Armazenar em geladeira em depósito fechado. Validade 5 dias.

- Algumas pessoas usam bicarbonato e/ou glucose de milho para conservar. Baunilha para aromatizar e agregar mais sabor.

sábado, 12 de outubro de 2013

Naked Cake

E para o Dia das Crianças... Naked Cake!

Tendência, o Bolo Pelado ou Naked Cake, virou febre em aniversários, casamentos e festas em geral! Trata-se de um bolo  (geralmente pão de ló) sem cobertura, com recheio aparente (e bem generoso), onde pode ser decorado com frutas, flores, bombons ou profiteroles, e polvilhado com açúcar de confeiteiro.

Foto: Francisco Félix

Fiz uma versão mais simples (usei bolo de chocolate, brigadeiro branco e polvilhei com açúcar de confeiteiro) para comemorar o Dia das Crianças com os pacientes mirins internados no hospital em que trabalho! Além do Bolo Pelado (Naked Cake), teve também, brigadeiro, beijinho, cachorro-quente, pipoca, mini pizza, salada de frutas, e sucos (uva e laranja). Tudo para os pequenos e seus acompanhantes passarem um dia diferente e divertido!


domingo, 8 de setembro de 2013

Castanhas de caju assadas

Foto: Mariselma Torres

Foto: Mariselma Torres
Fotomontagem: Mariselma Torres


Fotomontagem: Mariselma Torres 


Preparações: Marielma Torres

sábado, 7 de setembro de 2013

Umbuzada

Foto: Mariselma Torres
Foto: Mariselma Torres


Fotomontagem: Mariselma Torres


Preparações: Marielma Torres

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Pirão de Peixe

Foto: Mariselma Torres

Fotomontagem: Mariselma Torres

Preparações: Marielma Torres

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Ginga com Tapioca

Foto: Mariselma Torres
Foto: Mariselma Torres


Fotomontagem: Mariselma Torres

Foto: Mariselma Torres         

Preparações: Marielma Torres