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domingo, 20 de novembro de 2011

3º Festival Gastronômico de Baía formosa-RN

O Festival Gastronômico de Baía Formosa traz como atração principal a Albacora.






Mas, antes de saber sobre esta ilustre atração, confira um resumo da história deste município.

Baía Formosa, é situada no Litoral Sul do Rio Grande do Norte, a 94 km de Natal-RN, e a 110 km de João Pessoa-PB, e a 220 km de Recife-PE, pela Rodovia BR 101. Seu nome original, dado pelos índios, era "Aretipicaba" (bebedouro dos papagaios). O nome atual tem sua origem pela existência de uma baía em seu litoral (a única no Rio Grande do Norte). Seu povoamento teve início justamente pela baía, onde foi construído um pequeno porto de pesca. Em meados do (século XVIII), a área já era utilizada, por grandes fazendeiros, para recreação.


III Festival Gastronômico e Cultural da Albacora


A Prefeitura de Baía Formosa e o circuito de Festivais Gastronômicos do Rio Grande do Norte está promovendo o III Festival Gastronômico Cultural da Albacora em Baía Formosa, de 25 à 27 de novembro de 2011. O festival trará em sua programação: oficinas técnicas, degustação, cozinha show com chefs renomados e premiados nacionalmente, shows musicais, arte circense, dança contemporânea, artesanato, Festival de cinema, e Regata de jangadas.


Mas o que é albacora?


Albacora é um pescado nativo das águas do litoral sul, mais precisamente em Baía Formosa e outras faixas como Barra de Cunhau, Sagi…é semelhante ao atum, pelas características da carne. Embora ainda não o tenha provado, diz-se que a albacora é muito mais saborosa que o atum, tem sabor mais suave do que a do colega nobre, mas a textura e a coloração de ambos são parecidas. Tanto que é possível comê-lo cru em saladas ou pratos frios. Este peixe tem corpo grosso, dorso azul escuro, lado e ventre prateados e nadadeiras peitorais muito compridas, atinge em média 1m de comprimento e 30kg de peso. A época de sua pesca é de setembro até fevereiro. Também conhecido como bandolim, ervacora, e atum-branco. Outros nomes comuns voador, carorocoatá e tombo.






Albacora marinado sobre mousse de cará


(confira a receita acessando Prazeres da Mesa)




Fontes:


http://sti.br.inter.net/bomjunior/peixes.htm - Pequeno Dicionário de Peixes Brasileiros


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Creme crocante de Ovomaltine







Para os mantes de ovomaltine! Quando fiquei sabendo da existência desta delícia, pensei logo: "certamente aqui em Natal não tem!" E nem procurei saber, de tão convicta que estava. Mas, ainda bem que me enganei. Pouco mais de um mês depois quando "passeando" por um supermercado me deparei com o sujeito na prateleira e não acreditei, não exitei em comprá-lo, estava lá Creme Crocante de Ovomaltine, um alimento a base de extrato de malte, cacau e avelã (não tem como ser ruim) e ainda pra melhorar com crocantes de ovomaltine. Quando abri o potinho à primeira vista me assustei com a aparência, pois tem uma fina casquinha endurecida, parecendo ressecada mesmo, mas é puro disfarce. É realmente cremoso e os flocos de ovomaltine são crocantes, parece bobagem falar assim, mas verdade seja dita, dando um contraste fantástico de sabores, só provando pra comprovar. Também tem um forte sabor residual, que permanece na boca por um tempo mais prolongado. Sugestão para comer (se é que é preciso), com torradas, no pão, com bolo, com sorvete, com biscoitos salgados, puro mesmo, é uma ótima pedida! Como se já não bastasse o famoso milkshake de ovomaltine (que eu adoro), mas essa agora pra acabar com qualquer dieta! Encontra-se em duas proporções 180g e 380g. É um produto de preço um pouquinho caro, que varia de estado para estado, mas que vale a pena uma vez outra adquirir e degustar.



Mas o que é ovomaltine?


O ovomaltine foi criado em 1904, em Berna, na Suíça pelo Dr. Albert Wander. Na Escócia, o malte é matéria-prima do uísque. Os suíços resolveram experimentá-lo misturando com ovo e leite. Resultou no ovomaltine. Em sua composição escontramos leite, cacau e malte (E o ovo do nome é por conta da pasta de clara e gema que se borrifa com ar quente, criando uma camada de ovo em pó). Lançado primeiramente como um produto medicinal voltado para as crianças (como uma espécie de suplemento alimentar), o Ovomaltine se tornou gostoso após sugestões de misturá-lo com mel, cacau e leite para entusiasmar as crianças a consumi-lo. Em sua formulação, Ovomaltine possui mais de 20% de extrato de malte, o que o torna um produto bastante nutritivo e uma fonte saudável de energia. O Ovomaltine pertence ao grupo Associated British Foods. O produto é conhecido como Ovomaltine em várias partes do mundo. Lá na Itália é conhecido por Ovomaltina. Quando chegou na Inglaterra em 1909, houve um erro no registro da sua marca, que o levou a ser registrado como Ovaltine.



Só para saber mais:



O UÍSQUE - EXTRATO DE MALTE


Malte é cevada morta na infância. Os produtores deixam os grãos germinar e interrompem o processo no meio. Mau para a cevada, que não se reproduz, mas bom para a gente: os grãos ficam com um sabor especial nessa fase. Um sabor que inspirou os escoceses a ver o que dava transformar malte em álcool. Deu certo. A diferença é que a versão deles fica melhor com gelo que com leite.


À CARBONARA - OVO


Taí o ovo do Ovomaltine. Eles borrifam uma pasta de claras e gemas com ar quente até ela virar um pó, que serve como uma fonte de vitaminas B e de proteína. Ovo em pó, por sinal, é tão nutritivo quanto o não-em-pó. Como ele também é um bilhão de vezes mais fácil transportar, virou uma das rações básicas das tropas na 2ª Guerra Mundial.


O ÓLEO DE SOJA - LECITINA


Deixa o pó mais encorpado e, de quebra, faz com que ele se dissolva mais fácil no leite. Aqui ela vem de vapor de óleo de soja. Mas nosso fígado também produz lecitina. A do corpo ajuda a conservar pele, cabelo e unhas. Sem a lecitina, as paredes das células ficariam duras - e as células morreriam mais rápido.


O SAL - CLORETO E CARBONATO DE SÓDIO


Ele é doce, mas tem um coração salgado. O Ovomaltine leva sal na fórmula. É para deixar a parte doce menos enjoativa. O carbonato de sódio, um dos sais aqui, é usado para produzir embalagens de vidro e diminuir acidez em água de piscina.


O TURBO - GLICOSE


Se açúcar de açucareiro fosse um carro, glicose seria um dragster (veículo leve com motores extremamente potentes). O corpo assimila essa fonte de energia mais rápido. Bate na hora. Tanto que a glicose entra em doses cavalares naqueles shakes feitos para tomar antes e depois de pegar pesado na academia. O açúcar de cozinha, por sinal, é uma versão suavizada da glicose. O nome dele é sacarose: uma mistura de moléculas de glicose e de frutose, o açúcar dos vegetais.





Fontes: Superinteressante - ed. Outubro de 2010 e outros.

Fotos: arquivo pessoal